<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Bornholdt Advogados</title>
	<atom:link href="http://bh.adv.br/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://bh.adv.br</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Thu, 12 Apr 2012 17:24:52 +0000</lastBuildDate>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
	<generator>http://wordpress.org/?v=3.3.1</generator>
<xhtml:meta xmlns:xhtml="http://www.w3.org/1999/xhtml" name="robots" content="noindex" />
		<item>
		<title>Bornholdt Advogados na ACIJ</title>
		<link>http://bh.adv.br/noticias/bornholdt-advogados-na-acij.html</link>
		<comments>http://bh.adv.br/noticias/bornholdt-advogados-na-acij.html#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 02 Apr 2012 15:17:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bornholdt Advogados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acij]]></category>
		<category><![CDATA[joinville]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bh.adv.br/?p=610</guid>
		<description><![CDATA[No dia 26 de março, o advogado Rodrigo Bornholdt apresentou um parecer na ACIJ (Associação Comercial e Industrial de Joinville), a respeito da constitucionalidade da atuação dos bombeiros voluntários. &#160; &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>No dia 26 de março, o advogado Rodrigo Bornholdt apresentou um parecer na ACIJ (Associação Comercial e Industrial de Joinville), a respeito da constitucionalidade da atuação dos bombeiros voluntários.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://bh.adv.br/wp-content/uploads/2012/03/MG_8436.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-621" title="_MG_8436" src="http://bh.adv.br/wp-content/uploads/2012/03/MG_8436.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><a href="http://bh.adv.br/wp-content/uploads/2012/03/MG_8451.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-622" title="_MG_8451" src="http://bh.adv.br/wp-content/uploads/2012/03/MG_8451.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
<p><a href="http://bh.adv.br/wp-content/uploads/2012/03/MG_8465.jpg"><img class="aligncenter size-full wp-image-623" title="_MG_8465" src="http://bh.adv.br/wp-content/uploads/2012/03/MG_8465.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bh.adv.br/noticias/bornholdt-advogados-na-acij.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>INSS poderá cobrar danos sofridos por empregados vítimas de acidente de trabalho e doenças ocupacionais</title>
		<link>http://bh.adv.br/noticias/inss-podera-cobrar-danos-sofridos-por-empregados-vitimas-de-acidente-de-trabalho-e-doencas-ocupacionais.html</link>
		<comments>http://bh.adv.br/noticias/inss-podera-cobrar-danos-sofridos-por-empregados-vitimas-de-acidente-de-trabalho-e-doencas-ocupacionais.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 28 Mar 2012 22:02:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bornholdt Advogados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[acidente de trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[inss]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bh.adv.br/?p=613</guid>
		<description><![CDATA[O INSS, através da Procuradoria Geral da Fazenda (PGF),  vem ajuizando inúmeras ações regressivas contras as empresas que descumprem a legislação trabalhista, sendo que somente em 2011, foram ajuizadas 1.833 ações regressivas. Segundo a própria autarquia federal, há expectativa de ressarcimento superior a R$ 363 milhões aos cofres públicos. O objetivo destas ações regressivas é [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O INSS, através da Procuradoria Geral da Fazenda (PGF),  vem ajuizando inúmeras ações regressivas contras as empresas que descumprem a legislação trabalhista, sendo que somente em 2011, foram ajuizadas 1.833 ações regressivas. Segundo a própria autarquia federal, há expectativa de ressarcimento superior a R$ 363 milhões aos cofres públicos.</p>
<p>O objetivo destas ações regressivas é devolver aos cofres públicos, os gastos do INSS com os segurados,  vítimas de acidente e doença do trabalho. Essas ações fazem parte da política pública brasileira, a fim  de adotar medidas de prevenção para que reduza o número de acidentes de trabalho nas relações empregatícias. Desta forma, desde 2007, o INSS vem ampliando as proposituras das ações regressivas  contra os empregadores considerados responsáveis por acidentes de trabalho, priorizando as empresas que são consideradas grandes causadoras de danos e aquelas causadoras de acidentes graves, dos quais resulte morte ou invalidez dos segurados.</p>
<p>Vale lembrar, que estas ações encontram respaldo legal no art. 120, da   Lei  8213/91, que  prevê em caso de acidente de trabalho causado por negligência do responsável pelo cumprimento das normas de segurança e saúde no trabalho, a Previdência Social poderá ajuizar ação regressiva contra a empresa. De acordo o entendimento do Tribunal Regional Federal da 4º Região, o INSS poderá ingressar com a ação regressiva no prazo de 3 (três) anos, conforme preceitua o Código Civil.</p>
<p>Portanto, é importante as empresas estarem atentas adoção, uso e fiscalização  das medidas coletivas e individuais do trabalho  e segurança da saúde do trabalhador, tais como os equipamentos de proteção individual (EPIs).</p>
<p>Salienta-se, que mesmo que a empresa contribua com SAT – seguro de acidente de trabalho, não exclui a  responsabilidade no caso de acidente decorrente de culpa empregadora.</p>
<p>Segundo as estatísticas registradas, os setores com maiores índices de acidente de trabalho no Brasil, estão na construção civil, agroindústria, energia elétrica, metalurgia, indústria calçadista, mineração e indústria moveleira.</p>
<p>Aline Mattos dos Reis<br />
OAB/SC 16.801</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bh.adv.br/noticias/inss-podera-cobrar-danos-sofridos-por-empregados-vitimas-de-acidente-de-trabalho-e-doencas-ocupacionais.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empresas obtêm na justiça nova base de cálculo para o PIS e a COFINS na importação</title>
		<link>http://bh.adv.br/noticias/empresas-obtem-na-justica-nova-base-de-calculo-para-o-pis-e-a-cofins-na-importacao.html</link>
		<comments>http://bh.adv.br/noticias/empresas-obtem-na-justica-nova-base-de-calculo-para-o-pis-e-a-cofins-na-importacao.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 01 Mar 2012 11:27:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bornholdt Advogados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cofins]]></category>
		<category><![CDATA[justiça]]></category>
		<category><![CDATA[pis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bh.adv.br/?p=603</guid>
		<description><![CDATA[Cada vez mais as empresas vêm conseguindo obter na justiça decisões para mudar a base de cálculo do Programa de Integração Social &#8211; PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social &#8211; Cofins  incidentes sobre a importação. A discussão judicial sobre este tema decorre do fato da Lei nº 10.865, de 30 de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cada vez mais as empresas vêm conseguindo obter na justiça decisões para mudar a base de cálculo do Programa de Integração Social &#8211; PIS e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social &#8211; Cofins  incidentes sobre a importação.</p>
<p>A discussão judicial sobre este tema decorre do fato da Lei nº 10.865, de 30 de abril de 2004, ter ampliado a base de cálculo das referidas contribuições. A controvérsia está no conceito do valor aduaneiro.</p>
<p>A Constituição Federal, em seu artigo 149, determina como critério para calcular as contribuições incidentes nas importações, apenas o valor aduaneiro da mercadoria. A legislação civil brasileira e o Acordo Geral de Tarifas e Comércio – GATT definiram este conceito como os “custos de transporte, seguro e manuseio da mercadoria”.</p>
<p>No entanto, a Lei nº 10.864/2004<a title="" href="#nota1">[1]</a> ao aplicar esta definição, acrescentou ainda a este conceito, o valor do ICMS-importação e o montante correspondentes às próprias contribuições, o que é vedado pelo nosso sistema tributário.</p>
<p>Cumpre lembrar que, ainda não há decisão definitiva acerca desta matéria. Assim, o Governo vem exigindo estes valores dos importadores. Desta forma, é necessário que o contribuinte importador busque judicialmente o direito de ter reduzida sua base de cálculo de acordo com o conceito constitucional de valor aduaneiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>MAIARA RENATA DA SILVA<br />
OAB/SC Nº 27.798</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<div>
<hr align="left" size="1" width="99%" />
<div>
<p><a name="nota1"></a>[1] Art. 7º A base de cálculo será:</p>
<p>I &#8211; o valor aduaneiro, assim entendido, para os efeitos desta Lei, o valor que servir ou que serviria de base para o cálculo do imposto de importação, acrescido do valor do Imposto sobre Operações Relativas à Circulação de Mercadorias e sobre Prestação de Serviços de Transporte Interestadual e Intermunicipal e de Comunicação &#8211; ICMS incidente no desembaraço aduaneiro e do valor das próprias contribuições, na hipótese do inciso I do caput do art. 3º desta Lei;</p>
</div>
</div>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bh.adv.br/noticias/empresas-obtem-na-justica-nova-base-de-calculo-para-o-pis-e-a-cofins-na-importacao.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Prazo para entrar com revisão de aposentadoria pode acabar</title>
		<link>http://bh.adv.br/noticias/prazo-para-revisao-de-aposentadoria-pode-acabar.html</link>
		<comments>http://bh.adv.br/noticias/prazo-para-revisao-de-aposentadoria-pode-acabar.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 08 Feb 2012 15:29:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bornholdt Advogados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bh.adv.br/?p=584</guid>
		<description><![CDATA[Santos, 07 de fevereiro de 2012 &#160;]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="wp-image-585 alignnone" style="border: 0pt none;" title="Expresso Popular" src="http://bh.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/expresso-popular.png" alt="Expresso Popular" width="186" height="77" /></p>
<div style="padding-left: 10xp;">Santos, 07 de fevereiro de 2012</div>
<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter  wp-image-586" style="border: 0pt none;" title="Matéria Aposentados" src="http://bh.adv.br/wp-content/uploads/2012/02/materia-aposentados.png" alt="Prazo para entrar com revisão pode acabar, veja a matéria completa" width="633" height="525" /></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bh.adv.br/noticias/prazo-para-revisao-de-aposentadoria-pode-acabar.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>1</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Empresa individual de responsabilidade limitada &#8211; EIRELI</title>
		<link>http://bh.adv.br/noticias/eireli-empresa-individual-responsabilidade-limitada.html</link>
		<comments>http://bh.adv.br/noticias/eireli-empresa-individual-responsabilidade-limitada.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 19 Jan 2012 12:31:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bornholdt Advogados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[empresa individual]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bh.adv.br/?p=580</guid>
		<description><![CDATA[Em 09 de janeiro de 2012 entrou em vigor a Lei 12.441/11, a qual permite a constituição de Empresa Individual de Responsabilidade Limitada &#8211; EIRELI. Até então, era obrigatória a presença de dois ou mais sócios para constituição de empresas de responsabilidade limitada. Nem sempre a disposição contida no contrato de constituição da empresa indicava [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em 09 de janeiro de 2012 entrou em vigor a Lei 12.441/11, a qual permite a constituição de <span style="text-decoration: underline;">Empresa Individual de Responsabilidade Limitada &#8211; EIRELI</span>. Até então, era obrigatória a presença de dois ou mais sócios para constituição de empresas de responsabilidade limitada.</p>
<p>Nem sempre a disposição contida no contrato de constituição da empresa indicava a real vontade de seus sócios. Nada incomum, a constituição de empresas formadas por dois sócios, um com 99% do capital e o outro figurando com apenas 1% das quotas, sem nada interferir nas atividades.</p>
<p>O empresário, (leia-se o efetivo empreendedor ou profissional liberal) que buscava desenvolver suas atividades via-se obrigado a nomear um sócio para limitar o risco de sua atividade, buscando proteger o patrimônio pessoal em relação aos atos de sua empresa.</p>
<p>A Lei 12.441 permite uma única pessoa ser titular de todo o capital do negócio, o qual não pode ser menor do que 100 vezes o valor do salário mínimo vigente. O objetivo da lei é retirar da informalidade profissionais liberais e empreendedores, os quais não dispõem (ou não necessitam) de parceiros para constituir sociedade. Não menos importante, busca proteger os até então denominados “empresários individuais”, os quais respondiam com o patrimônio pessoal pelos atos de seu negócio.</p>
<p>A lei estabelece, ainda, que a empresa individual de responsabilidade limitada também poderá resultar da concentração das quotas de outra modalidade societária num único sócio, como por exemplo, o falecimento ou retirada de sócio. Neste caso, restaria a integralidade do capital ao sócio remanescente. Até então, o Código Civil dispunha que o sócio remanescente deveria indicar outro sócio em até 180 dias, sob pena de ter sua empresa dissolvida. Hoje, ocorrendo a concentração do capital em um único sócio, este poderá converter a empresa para a modalidade EIRELI.</p>
<p>A expressão EIRELI passa a fazer parte do cotidiano mercantil, pois é obrigatória ao final do nome das empresas individuais de responsabilidade limitada.</p>
<p>Salvo as peculiaridades dispostas pelo legislador, aplicam-se à empresa individual de responsabilidade limitada, no que couber, as demais regras previstas para as sociedades limitadas.</p>
<p><strong>Juliano Scarpetta<br />
OAB/SC 27.897<br />
Advogado especialista em Direito Empresarial, Civil e Processo Civil</strong></p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bh.adv.br/noticias/eireli-empresa-individual-responsabilidade-limitada.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Ano eleitoral acirra debate sobre royalties</title>
		<link>http://bh.adv.br/noticias/ano-eleitoral-acirra-debate-sobre-royalties.html</link>
		<comments>http://bh.adv.br/noticias/ano-eleitoral-acirra-debate-sobre-royalties.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 12 Jan 2012 15:46:46 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bornholdt Advogados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[royalties]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bh.adv.br/?p=569</guid>
		<description><![CDATA[Legislação Projeto de lei vai determinar como será distribuída verba que pode chegar a R$ 40 bi em 2020 Roberto Rockmann Para o Valor, de São Paulo A votação sobre a redistribuição de royalties sobre a produção de petróleo e gás entre União, Estados e municípios deverá ficar para o primeiro semestre de 2012, ano [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class=" wp-image-571 alignnone" style="border: 0pt none;" title="Valor Econômico" src="http://bh.adv.br/wp-content/uploads/2012/01/valor-economico.png" alt="Valor Econômico" width="292" height="102" /></p>
<p><strong><em>Legislação</em></strong><em> Projeto de lei vai determinar como será distribuída verba que pode chegar a R$ 40 bi em 2020</em></p>
<p><strong>Roberto Rockmann</strong><br />
Para o Valor, de São Paulo</p>
<p>A votação sobre a redistribuição de royalties sobre a produção de petróleo e gás entre União, Estados e municípios deverá ficar para o primeiro semestre de 2012, ano em que as cerca de 5.600 cidades brasileiras terão eleições para prefeitos, o que poderá tornar a discussão do projeto mais acirrada. Restará ao governo federal tentar apaziguar os ânimos entre as bancadas do Rio de Janeiro e Espírito Santo, os dois maiores produtores, e as dos Estados não produtores. Todos estão de olho nas receitas e produções futuras: estima-se que a distribuição de royalties e participações especiais possa pular de R$ 22 bilhões para cerca de R$ 40 bilhões até o fim da década.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Destravar a queda de braço não será fácil. Por um lado, a Frente Municipalista Brasileira entregou um requerimento no fim de novembro, com 288 assinaturas de deputados, pedindo urgência na votação do projeto. De outro, parlamentares fluminenses e capixabas ingressaram no Supremo Tribunal Federal (STF) para impedir que a Câmara delibere sobre o projeto de lei do senador Vital do Rego (PMDB-PR). A proposta foi aprovada pelo Senado em outubro e agora tramita na Câmara dos Deputados como projeto de lei 2.565/11. A argumentação dos parlamentares do Espírito Santo e Rio de Janeiro é que a proposta é inconstitucional porque causa eventual mudança na forma de rateio das participações, o que levaria a uma grave crise federativa, com cisão e confronto hostil entre os estados produtores e os não-produtores.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&#8220;Acredito na votação do projeto de lei na Câmara no primeiro semestre de 2012&#8243;, afirma o deputado federal Zeca Dirceu (PT-PR). Para Dirceu, Rio de Janeiro e Espírito Santo radicalizaram ao apelar para o Supremo Tribunal Federal (STF). Os municípios levantaram a guarda e discutem mexer nos royalties de áreas já concedidas e não apenas em poços futuros. &#8220;Na minha avaliação, o projeto só teria de vislumbrar os royalties de áreas concedidas no futuro&#8221;, afirma o deputado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O advogado Rodrigo Bornholdt, do Bornholdt Advogados, acredita que só uma posição mais ponderada das duas partes poderá resultar em avanços na negociação. &#8220;O projeto envolve interesses divergentes e o resultado é difícil de ser mensurado&#8221;, analisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Para Bornholdt, como a proposta atinge os atuais contratos, abre espaço para contestação, já que poderá ter grande impacto sobre as receitas de grandes produtores. &#8220;O maior problema não é a divisão futura dos royalties. Preocupante, em termos de segurança jurídica e do equilíbrio federativo, é a tentativa de alteração dos percentuais relativos aos royalties dos poços em exploração e dos contratos firmados.&#8221;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto altera a forma de distribuição dos royalties, que passarão a ser recebidos também por estados e municípios não produtores. A proposta será analisada por uma comissão especial da Câmara &#8211; ainda não constituída -para ir à votação no plenário. Para o advogado, o impasse poderia ser resolvido se o assunto ganhasse uma proposta mais ponderada, sem uma diminuição drástica para os estados produtores nas áreas já concedidas e com a transferência de maiores alterações para as áreas do pré-sal a serem concedidas sob o regime de partilha, criado com o marco regulatório estabelecido em 2010.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A batalha política não é a única polêmica. O setor de ciência e tecnologia está preocupado. &#8220;Não está se fala em como usar esses recursos para melhorar o país&#8221;, diz Helena Nader, presidente da Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência (SBPC). Uma preocupação do segmento é que o projeto aprovado no Senado não prevê receita para o fundo setorial de petróleo, criado em 1997. &#8220;Com o projeto atual, o fundo CT Petro é eliminado, e isso é um contrassenso. Sem pesquisa e inovação, a camada pré-sal não teria sido descoberta&#8221;, diz Helena. A verba desse fundo, estimada em cerca de R$ 1 bilhão, é aplicada na qualificação de pessoal e em projetos de pesquisas em parceria com empresas, universidades e centros de pesquisa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto diz que os recursos do Fundo Social irão para áreas como saúde, educação, tratamento e reinserção de dependentes químicos, meio ambiente, cultura,, entre outras. Não foi definido o percentual a ser aplicado em cada segmento. A proposta dos acadêmicos é que sejam destinados 7% dos royalties do petróleo extraído em terra ou em mar que caberiam à União para ciência, tecnologia e inovação, e outros 7% para educação. No caso dos recursos destinados aos Estados e municípios, a entidade defende que sejam aplicados 30% em ciência, tecnologia, inovação e educação. &#8220;O Brasil precisa discutir como usar esses recursos para criar políticas de Estado para melhorar o país&#8221;, diz Helena.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>O projeto de lei determina a redução de 50% para 42% da parcela da União na chamada participação especial &#8211; tributo pago pelas empresas na exploração de grandes campos, principalmente os recém-descobertos no pré-sal. Em relação aos royalties, traz uma redução de 30% para 20% na fatia destinada ao governo. O relatório também traz perdas para os estados produtores, que terão a parcela reduzida de 26,25% para 20%. A participação especial destinada aos produtores, segundo o relatório, cai de 40% para 20%. Um dos artigos mais polêmicos determina que, sob o regime de partilha de produção, os royalties serão pagos da seguinte forma: estados e municípios produtores receberão 20% e 10% respectivamente; 5% irão para as cidades afetadas por operações de embarque e desembarque dos produtos; 25% para constituir um fundo dos estados e do DF; 25% para um fundo dos municípios; e 15% para um fundo social.</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bh.adv.br/noticias/ano-eleitoral-acirra-debate-sobre-royalties.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Recentes Súmulas da Turma Nacional de Uniformização</title>
		<link>http://bh.adv.br/noticias/recentes-sumulas-da-turma-nacional-de-uniformizacao.html</link>
		<comments>http://bh.adv.br/noticias/recentes-sumulas-da-turma-nacional-de-uniformizacao.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 07 Dec 2011 10:59:38 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bornholdt Advogados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[turma nacional de uniformização]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bh.adv.br/?p=563</guid>
		<description><![CDATA[A Turma de Uniformização Nacional editou recentemente súmulas que orientam os julgados nas Turmas Recursais, que merecem destaque no tocante a matéria previdenciária. A Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais (TNU), aprovou a Súmula nº 44, pacificando que “Para efeito de aposentadoria por idade urbana, a tabela progressiva de carência prevista [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Turma de Uniformização Nacional editou recentemente súmulas que orientam os julgados nas Turmas Recursais, que merecem destaque no tocante a matéria previdenciária.</p>
<p>A Turma Nacional de Uniformização da Jurisprudência dos Juizados Especiais Federais (TNU), aprovou a Súmula nº 44, pacificando que “Para efeito de aposentadoria por idade urbana, a tabela progressiva de carência prevista no artigo 142 da Lei 8.213/91 deve ser aplicada em função do ano em que o segurado completa a idade mínima para concessão do benefício,<br />
ainda que o período de carência só seja preenchido posteriormente”.</p>
<p>Na mesma ocasião o TNU também aprovou a Súmula nº 45, com o texto “O salário-maternidade deve receber correção monetária desde a época do parto, independentemente da data do requerimento administrativo”, considerando o fato gerador (o nascimento do bebê) para a contagem da correção monetária. O relator do pedido de uniformização de jurisprudência, juiz federal Rogério Moreira Alves, considerou em seu voto que a correção monetária incidente sobre os valores pagos a título de salário-maternidade, no caso de atraso no requerimento administrativo, não configura acréscimo patrimonial nem punição ao INSS, mas apenas protege os valores devidos da corrosão inflacionária.</p>
<p>Também foi editada a Súmula nº 32 com a seguinte redação: “O tempo de trabalho laborado com exposição a ruído é considerado especial, para fins de conversão em comum, nos seguintes níveis: superior a 80 decibéis, na vigência do Decreto n. 53.831/64 e, a contar de 5 de março de 1997, superior a 85 decibéis, por força da edição do Decreto n. 4.882, de 18 de novembro de 2003, quando a administração pública que reconheceu e declarou a nocividade à saúde de tal índice de ruído.”. Esta súmula determina que cada período de tempo trabalhado em condição de exposição a ruído, deverá corresponder a uma taxa de acordo com a legislação<br />
citada, orientando as demandas judiciais nas concessões de aposentadoria especial.</p>
<p>Vale ressaltar que estes entendimentos da Turma Nacional de Uniformização dirimem matérias controvertidas no âmbito dos Tribunais Recursais, tendo em vista a divergência entre decisões nos Tribunais de cada região com o intuito de pacificar tal jurisprudência.</p>
<p>Soraya Nass</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bh.adv.br/noticias/recentes-sumulas-da-turma-nacional-de-uniformizacao.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aumento do IPI para carros importados, só valerá a partir de dezembro. Quem comprou com valor acrescido, pode recorrer a justiça.</title>
		<link>http://bh.adv.br/noticias/aumento-ipi-carros-importados.html</link>
		<comments>http://bh.adv.br/noticias/aumento-ipi-carros-importados.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 13:17:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bornholdt Advogados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[carros]]></category>
		<category><![CDATA[ipi]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bh.adv.br/?p=559</guid>
		<description><![CDATA[Em meados de setembro deste ano, o governo federal publicou o decreto 7.567, que majorou a alíquota do IPI. O aumento, de certa forma, atinge principalmente os veículos importados, ensejando a elevação do seu preço de 30% a 55% do seu valor final, dependendo em qual classificação o veículo pertence. O decreto beneficia as empresas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Em meados de setembro deste ano, o governo federal publicou o decreto 7.567, que majorou a alíquota do IPI. O aumento, de certa forma, atinge principalmente os veículos importados, ensejando a elevação do seu preço de 30% a 55% do seu valor final, dependendo em qual classificação o veículo pertence.</p>
<p>O decreto beneficia as empresas estrangeiras que estão há mais tempo no país, como a Ford, Volkswagen, Fiat, Chevrolet, dentre outras. Também obtiveram este privilégio empresas de países com os quais o Brasil possui algum acordo econômico de livre comércio, a exemplo do México e países do MERCOSUL.</p>
<p>A partir da publicação desse decreto, algumas concessionárias de veículos importados elevaram o valor da tabela de venda com base no que o decreto previa, o que causou muita revolta por parte dos consumidores, que tiveram de pagar um valor maior, de forma equivocada.</p>
<p>Vale ressaltar que este equívoco deu-se, devido à majoração da alíquota de imediato após sua publicação, o que trouxe muita indignação tanto para ABEIVA(Associação Brasileira das Empresas Importadoras de Veículos Automotores), quanto para os consumidores em geral pelo aumento substancial do valor do produto.</p>
<p>Em síntese, o Decreto 7.567, de 15/9/2011, veio regular os artigos 5º e 6º da Medida Provisória 540/2011, que trata de <strong>redução</strong> de alíquota do IPI. Mas o decreto <strong>aumentou</strong> o imposto para determinadas categorias de veículos, estabelecendo que tais majorações tenham vigência imediata, desrespeitando, os arts. 153 §1º da CF/88, ao majorar tributo em sentido contrário à orientação da MP nº 540. E por também não respeitar o princípio da anterioridade em destaque no artigo 150, III, c, da CF/88.</p>
<p>No dia 20/10/2011, o Supremo Tribunal Federal, suspendeu o aumento do IPI, em caráter liminar em ação judicial movida pelo Partido dos Democratas, por entender que o decreto deve respeitar o princípio da anterioridade, de acordo com art.150, III, c, da CF/88, que limita o governo federal cumprir o prazo nonagesimal após a publicação do decreto. Este prazo tem por finalidade evitar pegar o consumidor de surpresa e dar tempo do mesmo se adequar à nova alíquota.</p>
<p>Portanto, para aqueles que adquiriram veículo automotor importado durante o período de publicação do decreto até agora, poderão requerer a devolução do valor pago a maior, conforme aduz a ABEIVA. De acordo com o Presidente da Associação, a decisão do adiamento foi logo após a medida entrar em vigor, quando a maioria do imposto recolhido nas vendas não chegou a ser repassada para o governo, por isso, as concessionárias associadas já devolveram o dinheiro aos consumidores. Caso isso não tenha sido feito, deve o consumidor ingressar em juízo pedindo o reembolso.</p>
<p>Vale lembrar ainda que o prazo para compra de veículo com IPI reduzido termina em dezembro e após esse período o valor do IPI será aumentado para carros importados e carros nacionais que não tenham mais de 60% de peças nacionalizadas, ou seja, com fabricação em solo nacional.</p>
<p>Thiago Batistussi</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bh.adv.br/noticias/aumento-ipi-carros-importados.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Valores indevidos foram incluídos na consolidação do parcelamento instituído pela lei 11.941/09</title>
		<link>http://bh.adv.br/noticias/valores-indevidos-incluidos-consolidacao-parcelamento-instituido-lei-11-94109.html</link>
		<comments>http://bh.adv.br/noticias/valores-indevidos-incluidos-consolidacao-parcelamento-instituido-lei-11-94109.html#comments</comments>
		<pubDate>Wed, 09 Nov 2011 11:01:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bornholdt Advogados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[consolidação]]></category>
		<category><![CDATA[parcelamento instituído]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bh.adv.br/?p=553</guid>
		<description><![CDATA[Restou finalizado o prazo para os contribuintes consolidarem o parcelamento instituído pela Lei 11.941/09. Aqueles contribuintes que efetivamente consolidaram o parcelamento e estão efetuando o pagamento das parcelas devidamente devem ficar atentos com os valores consolidados, especialmente em relação aos débitos previdenciários. Isto porque, a Receita Federal em alguns casos deixou de efetuar as reduções [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Restou finalizado o prazo para os contribuintes consolidarem o parcelamento instituído pela Lei 11.941/09. Aqueles contribuintes que efetivamente consolidaram o parcelamento e estão efetuando o pagamento das parcelas devidamente devem ficar atentos com os valores consolidados, especialmente em relação aos débitos previdenciários. Isto porque, a Receita Federal em alguns casos deixou de efetuar as reduções previstas em lei, bem como inclui valores indevidos na consolidação.</p>
<p>Em relação aos débitos previdenciários, verifica-se que a Receita Federal no momento da consolidação acrescentou “honorários advocatícios” no percentual de 10% sobre os débitos inscritos em dívida ativa. Referido acréscimo é indevido, pois este não está previsto em lei. Ademais, sobre os débitos previdenciários inscritos em dívida ativa deve incidir os encargos legais no percentual de 20% (Art. 1º do DL 1.025/69), como ocorre com os débitos não previdenciários, os quais sofrem desconto de 100%, conforme determinado na Lei 11.941/09.</p>
<p>Ainda, o artigo 2º da Portaria Conjunta RFB/PGFN nº 14/09 determinou que no momento do parcelamento do débito pelo contribuinte, o valor da multa aplicada será analisado de ofício e se necessário será retificado/reduzido, para fins de aplicação da penalidade mais benéfica. No entanto, no momento da consolidação do parcelamento as multas moratórias previdenciárias superiores a 20% do débito não foram reduzidas, conforme previsto nos artigos 26 e 57 da Lei 11.941/09 e art. 35 da Lei 8.212/91.</p>
<p>Por fim, o contribuinte deve conferir a consolidação do seu parcelamento e reclamar perante o Órgão Fazendário ou perante o Poder Judiciário eventual excesso encontrado.</p>
<p>Débora Sátiro Gonçalves<br />
OAB/SC nº 26.094</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bh.adv.br/noticias/valores-indevidos-incluidos-consolidacao-parcelamento-instituido-lei-11-94109.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Alteração da definição do conceito de “insumo” para fins de PIS e COFINS não cumulativos</title>
		<link>http://bh.adv.br/noticias/alteracao-definicao-conceito-insumo-fins-pis-cofins-nao-cumulativos.html</link>
		<comments>http://bh.adv.br/noticias/alteracao-definicao-conceito-insumo-fins-pis-cofins-nao-cumulativos.html#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 17:23:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Bornholdt Advogados</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[cofins]]></category>
		<category><![CDATA[insumo]]></category>
		<category><![CDATA[pis]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://bh.adv.br/?p=539</guid>
		<description><![CDATA[O regime da não cumulatividade do PIS e COFINS instituído pelas Leis 10.637/2002 e 10.833/2003 respectivamente, prevê o abatimento de créditos, que se referem a algumas despesas suportadas pelo contribuinte, dos valores devidos a título de tais contribuições. Em razão da inexistência de lei que defina o conceito destes créditos, a Receita Federal do Brasil [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O regime da não cumulatividade do PIS e COFINS instituído pelas Leis 10.637/2002 e 10.833/2003 respectivamente, prevê o abatimento de créditos, que se referem a algumas despesas suportadas pelo contribuinte, dos valores devidos a título de tais contribuições.</p>
<p>Em razão da inexistência de lei que defina o conceito destes créditos, a Receita Federal do Brasil editou as Instruções Normativas nºs 247/2002 e 404/2004, que estipularam quais os gastos que podem gerar créditos de PIS e COFINS. Em síntese, as referidas instruções normativas permitem o abatimento de apenas alguns gastos suportados pelos contribuintes, especificamente os insumos utilizados na produção de bens ou na prestação de serviços.</p>
<p>As instruções normativas nsº 247/2002 e 404/2004 definem como insumos passíveis de serem deduzidos da base de cálculo do PIS e da Cofins apenas “<em>a matéria-prima, o produto intermediário, o material de embalagem e quaisquer outros bens que sofram alterações (&#8230;) em função da ação diretamente exercida sobre o produto em fabricação</em>”. Verifica-se, portanto que, o conceito de insumo estipulado pela administração pública é o mesmo adotado para a apuração de crédito do IPI.</p>
<p>Caso a empresa considere como créditos para apuração do PIS e da COFINS insumos que não possuam relação direta com o produto final poderá sofrer uma glosa de sua apuração de PIS e COFINS, e, consequentemente ter contra si lavrado uma notificação fiscal.</p>
<p>No entanto, recentemente o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) decidiu que o conceito de insumos para PIS e COFINS não pode ser idêntico ao do IPI, em razão dos tributos terem materialidade diversa. Portanto, assegurou o direito ao contribuinte de utilização de crédito do PIS e da COFINS tendo por base as despesas operacionais dedutíveis para a apuração do IRPJ previstas no artigo 299 (Dec. 3.000/99).</p>
<p>A decisão do CARF abre precedente para que os contribuintes repensem a forma como apurar os créditos utilizando como base o conceito de despesa dedutível para a apuração do IRPJ. Ademais, é possível o contribuinte requerer a restituição dos valores pagos nos últimos cinco anos.</p>
<p>Vale lembrar que este tipo de procedimento deve ser realizado sob a orientação de um profissional especializado na área, a fim de que, a atividade da empresa não seja prejudicada.</p>
<p>Débora Sátiro Gonçalves<br />
OAB/SC 26.094</p>
]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://bh.adv.br/noticias/alteracao-definicao-conceito-insumo-fins-pis-cofins-nao-cumulativos.html/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

